Festival de Gastronomia de Santarém 2026
É o mais antigo festival gastronómico do país. Há 45 anos que todos os outonos, Santarém cheira a cozinha, a vinho e a doçaria conventual – e em 2026 não vai ser diferente. Se ainda não tem a data marcada na agenda, escreva já: de 22 de outubro a 1 de novembro, a Casa do Campino volta a transformar-se no coração da gastronomia portuguesa.
45 anos, 11 dias, centenas de pratos – o festival gastronómico mais antigo de Portugal volta a abrir as portas em outubro
Onze dias, dezenas de restaurantes, centenas de pratos, chefs com estrelas Michelin, vinhos de todas as regiões do país e a energia de uma cidade que durante este período se entrega por inteiro à mesa. Este guia reúne tudo o que precisa de saber antes de partir.
O Festival Gastronomia Santarém 2026 chega numa fase em que a cidade consolida o estatuto de capital nacional da gastronomia, com um crescimento de 30,6% nas dormidas entre 2019 e 2024 segundo dados da Câmara Municipal. Os números confirmam o que qualquer visitante habitual já sabe: este festival não é só para foodies – é para toda a gente que gosta de perceber o que Portugal tem de melhor.
Característica | Detalhe |
|---|---|
Nome oficial | Festival Nacional de Gastronomia de Santarém |
Edição | 45.ª |
Datas | 22 de outubro a 1 de novembro de 2026 |
Local | Casa do Campino, Santarém |
Horário | 12:00 às 00:00 (último dia até às 19h00) |
Entrada geral (semana, até às 18h) | Gratuita |
Entrada geral (semana, após as 18h) | €2,50 |
Entrada fins de semana e feriados | €2,50 |
Bilhetes online | |
Venda presencial | Teatro Sá da Bandeira, CTT, Worten, Fnac |
Organizador | Câmara Municipal de Santarém |
Embaixador gastronómico | Chef Rodrigo Castelo (restaurante Ò Balcão) |
Restaurantes permanentes | 8 a 12 (variável por edição) |
Produtores agroalimentares | ~30 |
Artesãos | ~30 |
Regiões de vinho representadas | 9+ (Salão Nacional de Vinhos & Gastronomia) |
Municípios convidados | ~47 (via AMPV) |
Facebook oficial | |
Instagram oficial | |
Site oficial |

Festival Nacional de Gastronomia
Festival nacional de Gastronomia de Santarém 2026 e a tradição que chegou aos 45 anos
Quarenta e cinco edições. São poucas as iniciativas culturais portuguesas que chegam a esta idade com tanto fôlego – e com uma fila de espera cada vez maior à entrada. O festival nasceu na década de 1980 com uma missão simples: mostrar ao país a riqueza da cozinha regional portuguesa num só espaço. Nas primeiras edições, era uma feira modesta, com algumas dezenas de produtores e um público maioritariamente local. Hoje é um evento que atrai visitantes de toda a Europa, projeta-se nos meios de comunicação internacionais e tem parceiros institucionais que vão da Agência Espacial Portuguesa às maiores cadeias hoteleiras nacionais.
A chave do sucesso é a mesma desde o início: autenticidade. O festival nunca cedeu à tentação de se tornar num evento de espectáculo vazio – o prato continua a ser o protagonista.
45 edições e o mesmo cenário: a Casa do Campino abre as portas em outubro para o maior festival gastronómico de Portugal
O Dia da Espiga, celebrado em Portugal desde a Idade Média como símbolo de fertilidade e abundância da terra, partilha com este festival a mesma raiz cultural: a ideia de que a ligação entre a terra, os seus produtos e a mesa é um patrimônio que vale a pena preservar e celebrar com alegria.
Festival de Gastronomia Santarém e o que acontece durante onze dias
Onze dias pode parecer muito – mas quem já foi sabe que o tempo passa depressa quando cada jornada traz um território diferente, novos chefs, novos produtores e uma lista interminável de pratos para provar. O festival organiza-se em torno de dois eixos complementares: o espaço físico da Casa do Campino e o programa diário dedicado a um município ou região específicos.
A Casa do Campino como cenário único
A Casa do Campino, em Santarém, não é um pavilhão de feiras anónimo. É um espaço histórico, com cavalariças, claustros e um Salão Nobre que guarda séculos de história ribatejana. O festival ocupa-o por inteiro, com zonas funcionalmente distintas que tornam a visita numa experiência de circuito.
Enquanto uns comem, outros divertem-se: música ao vivo e artistas de rua atuam no festival todos os dias, desde a abertura até à meia-noite
Aqui está como o espaço se organiza habitualmente em cada edição:
- Cavalariças – produtores agroalimentares e doçaria regional (cerca de 30 produtores e 20 doçarias).
- Claustros – mostra de artesanato (cerca de 30 artesãos de todo o país).
- Salão Nobre (1.º andar) – Salão Nacional de Vinhos & Gastronomia, com representação de 9 ou mais regiões vinícolas.
- Praça Confagri – zona de vinhos e harmonizações, com municípios de norte a sul representados.
- Zona de Restauração – restaurantes permanentes e restaurantes convidados de regiões específicas.
- Espaço Showcooking – demonstrações ao vivo por chefs de renome, abertas ao público.
- Zona de Banquetes – jantares especiais com chefs com estrelas Michelin ou referenciados pelo Guia Michelin (reserva obrigatória via e-mail).
O programa dia a dia: o modelo que se repete
Do bife de Ribatés às lapas do Atlântico – todo o menu português num único recinto e ao longo de onze dias
O grande diferencial do Festival Nacional de Gastronomia de Santarém face a outros eventos similares é a estrutura de "município do dia". Cada jornada é dedicada a um concelho ou região específicos da área da Lezíria do Tejo e arredores, que trazem os seus produtos, chefs locais, músicos e expositores para o recinto.
Nas edições anteriores, a estrutura habitual incluía:
- Dia do Município de Santarém (dia de abertura) – inauguração, entrega de prémios (incluindo o Concurso de Pão Tradicional Português), conferência comemorativa, showcookings e concerto ao vivo.
- Golegã – broas dos santos, café das velhas, olivicultura local, vinho do Ribatejo.
- Alpiarça – showcookings, provas de vinhos do Dão, animação musical com rancho folklórico.
- Azambuja – torricado de bacalhau, produtos biológicos, participação das Maravilhas da Mealhada.
- Coruche – Vinhos da Cidade do Vinho, showcookings regionais.
- Cartaxo – Península de Setúbal, vinhos de Palmela, tertúlia com enólogo.
- Benavente – arroz carolino das Lezírias Ribatejanas, doçaria local, promoção turística.
- Municípios convidados externos – nesta edição, apresenta-se o programa para os territórios convidados a confirmar.
A programação detalhada da edição de 2026 será divulgada pelo festival nas suas redes sociais e no site oficial a partir de setembro. O cartaz completo – incluindo os chefs confirmados para os banquetes e os municípios convidados – tende a ser anunciado com quatro a seis semanas de antecedência.
Festival Gastronomia #Santarém 2026 e os restaurantes que valem a viagem
A oferta gastronómica do festival vai muito além dos pratos do dia. Há restaurantes permanentes, convidados rotativs por região, e jantares de banquete com chefs de referência nacional – cada um com carácter próprio e um nível de ambicão que raramente se encontra num único evento.
O papel do chef Rodrigo Castelo como embaixador
O chef Rodrigo Castelo é, há vários anos, o embaixador gastronómico de Santarém e a figura central em torno da qual se organiza a curadoria do festival. O seu restaurante Ò Balcão, em Santarém, distinguido com um Garfo de Prata e referenciado no Guia Michelin, é uma referência da cozinha regional ribatejana reinterpretada com técnica contemporânea.
Nas edições mais recentes, Rodrigo Castelo acolhe nos últimos dias do festival vários colegas de profissão para um exercício colectivo: criar em conjunto uma entrada, um prato principal e uma sobremesa, em doses de degustação, que sintetizem o espírito do certame. É um momento de comunhão entre cozinhas e gerações que raramente tem equivalente noutros festivais portugueses.
Os restaurantes permanentes e os convidados
O festival tem tipicamente entre 8 e 12 restaurantes permanentes em funcionamento durante todos os dias do evento, representando diferentes regiões do país. Além destes, cada "dia de município" traz restaurantes e produtores específicos desse território, o que significa que o cardápio varia substancialmente de jornada para jornada.
Para quem planeia visitar apenas um dia, a recomendação é escolher a jornada do município cuja gastronomia mais lhe desperta curiosidade – ou chegar num fim de semana, quando a afluência é maior mas também o número de actividades simultâneas é mais elevado.
Este é o mesmo tipo de relação entre produtor e cozinheiro que o festival de Satarém promove há 45 anos e que hoje define o melhor da cozinha portuguesa contemporânea – um modelo que inspira casas como a Taberna da Rua das Flores, em Lisboa, considerada um dos exemplos mais citados de restaurante que trabalha com fornecedores regionais do Ribatejo.
A Zona de Banquetes: como funciona e quanto custa
Os banquetes do festival são jantares especiais com chefs convidados – nas edições anteriores, nomes como Marlene Vieira, Paulo Morais, Louis Anjos e Arnaldo Azevedo assinaram jantares que esgotaram rapidamente. Para 2026, os chefs dos banquetes serão confirmados nas semanas anteriores ao evento.
Os preços dos banquetes variam conforme o chef e o menu, mas têm ficado habitualmente entre €35 e €75 por pessoa, com harmonização de vinhos incluída ou opcional. A reserva é obrigatória e pode ser feita através do e-mail oficial do festival, disponível no site.
Festival nacional de Gastronomia Santarém e os vinhos que acompanham tudo
O vinho é o segundo protagonista do festival – e há quem venha especialmente pelas garrafas. O Salão Nacional de Vinhos & Gastronomia, organizado em parceria com a Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV) e com o apoio das Rotas dos Vinhos de Portugal, ocupa o Salão Nobre da Casa do Campino e reúne representantes de praticamente todas as regiões vinícolas do país.
A Praça Confagri é o espaço de harmonização: aqui, produtores, enólogos e chefs partilham a mesma mesa em tertúlias e provas comentadas. Nas edições recentes, estiveram representados vinhos do Alentejo, Trás-os-Montes, Dão, Palmela e das Lezírias Ribatejanas – uma amostra suficientemente ampla para qualquer amante de vinhos passar várias horas a explorar.
Zona de vinho | O que encontra |
|---|---|
Salão Nacional de Vinhos | 9+ regiões; provas abertas ao público com bilhete |
Praça Confagri | Municípios produtores; harmonizações com petiscos |
Dias de município | Vinho específico da região em foco nesse dia |
Zona de Banquetes | Harmonizações especiais com o menu de cada chef |

Festival Nacional de Gastronomia em Santarém durante onze dias com figurino renovado
Festival nacional de Gastronomia em Santarém e o que mais há para fazer na cidade
Santarém não se esgota na Casa do Campino. A cidade, situada no coração do Ribatejo, a cerca de 80 quilómetros de Lisboa pela A1, tem um centro histórico com miradouros sobre o Tejo, igrejas medievais, o Museu Diocesano e uma calçada gastronómica própria que funciona o ano inteiro.
Durante o festival, vários restaurantes da cidade aderem a menus especiais a preços fixos, prolongando a experiência gastronómica para além do recinto da Casa do Campino. É o momento ideal para explorar a cidade a pé e terminar o dia com uma refeição num dos seus restaurantes históricos.
Portugal soube criar um ecossistema de eventos que atrai visitantes de toda a Europa – de grandes festivais urbanos como o MEO Kalorama, realizado em Lisboa, a certames regionais de raiz como o Festival de Santarém, um dos mais antigos e consistentes desse portfólio.
Festival de Gastronomia de Santarém e como chegar, onde ficar e quando ir
Planear a visita com antecedença faz toda a diferença – especialmente nos fins de semana, quando a afluência é maior e o alojamento esgota. Aqui estão os essenciais para chegar, escolher o melhor momento e encontrar onde ficar.
Como chegar a Santarém
Santarém fica a cerca de 80 km a norte de Lisboa, com acessos fáceis de carro e de comboio:
- De carro – pela A1 (saída Santarém), aproximadamente 50 minutos desde Lisboa. Estacionamento disponível nas proximidades da Casa do Campino, com parques gratuitos e pagos.
- De comboio (CP) – ligação directa desde Lisboa-Santa Apolónia ou Lisboa-Oriente, com viagens de 45 minutos a 1 hora. Frequência elevada durante a semana; atenção aos horários ao fim de semana.
- De autocarro – Rede Expressos e outros operadores com ligações regulares desde Lisboa, Porto e outras cidades.
Quando ir para aproveitar melhor
O festival decorre durante 11 dias, mas nem todos são iguais em termos de programa e afluência:
- Dia de abertura (22 de outubro) – inauguração oficial, cerimónia de prémios, máxima energia; chegue cedo.
- Dias de semana (segunda a quinta) – entrada gratuita até às 18h; menos afluência; ideal para visitas tranquilas e aprofundadas.
- Fins de semana – maior afluência, mais animação musical e showcookings simultâneos; recomendável reservar alojamento com antecedência.
- Dias de banquete – esgotam com antecedência; reserve assim que os chefs forem anunciados.
- Último dia (1 de novembro – Dia de Todos os Santos) – feriado nacional; encerra às 19h; habitualmente com programa especial de encerramento.
Onde ficar em Santarém
Santarém tem uma oferta hoteleira razoável para cidade de média dimensão. As unidades mais próximas da Casa do Campino incluem o Casa da Alcáçova (turismo rural no centro histórico), o Hotel Santarém (o maior da cidade, com estacionamento próprio) e várias pensões e alojamentos locais no centro. Durante o festival, a ocupação sobe significativamente ao fim de semana – reserve com pelo menos 4 a 6 semanas de antecedência.
Para quem prefere ficar a curta distância, Lisboa (50 min), Golegã (25 min) e Almeirim (15 min) são alternativas com boa ligação à cidade.
Festival nacional de Gastronomia Santarém e os concursos que fazem parte do certame
Um dos aspectos menos conhecidos do festival é o seu calendário de concursos e prémios, que atrai profissionais do sector de todo o país. Entre os certames habituais:
- Concurso de Pão Tradicional Português – entrega de prémios no dia de abertura; avalia padeiros e artesãos do pão de todo o país.
- Troféu Portugal – concurso de cozinha em que chefs de diferentes regiões valorizam ingredientes locais em receitas inovadoras; inclui várias eliminatórias ao longo do festival.
- Concurso Ovo d'Ouro – dedicado à valorização do ovo como ingrediente na cozinha tradicional portuguesa.
- Prémio Armando Fernandes – distinção da Academia Portuguesa de Gastronomia que homenageia obras dedicadas à culinária e ao património gastronómico português.
Estes concursos conferem ao festival uma dimensão profissional que vai além do evento de consumo – é também um fórum de discussão e de valorização do que de melhor se faz na gastronomia nacional.
Festival Gastronomia Santarém cartaz e o que esperar da 45.ª edição
O Festival Gastronomia Santarém 2026 cartaz completo ainda não foi divulgado – a organização habitualmente anuncia os detalhes finais do programa em setembro. O que se sabe com base no padrão das últimas edições:
- A edição de 2026 será a 45.ª, um número redondo que convida à celebração e provavelmente trará iniciativas especiais de balanço histórico.
- O chef Rodrigo Castelo deverá manter o papel de embaixador e curador gastronómico.
- O modelo de "município do dia" vai continuar, com a Lezíria do Tejo como núcleo e municípios convidados de outras regiões.
- O Salão Nacional de Vinhos & Gastronomia vai manter-se como âncora para os apreciadores de vinho.
Portugal tem uma teia de festividades populares que dão identidade às comunidades locais – do Festival do Crato ao animado Carnaval de Sesimbra – mas o Festival de Satarém é, nesse contexto, o maior de todos os que têm a gastronomia como tema.
Para seguir as novidades em tempo real, a forma mais eficaz é acompanhar as redes sociais oficiais do festival: o Instagram (@festival.nacional.gastronomia) e o Facebook (FestivalNacionalGastronomia) são actualizados regularmente com confirmações de chefs, municípios e actividades.
Festival de Gastronomia de Santarém e o impacto económico na região
A dimensão económica do festival não é um pormenor. O presidente da Câmara Municipal de Santarém, João Teixeira Leite, tem sublinhado em cada edição o efeito multiplicador do evento: mais visitantes significam mais consumo nos restaurantes, hotéis, comércio e serviços da cidade e do concelho durante as duas semanas do certame.
Os dados de 2025 são elucidativos: nas edições recentes, o evento atrai anualmente centenas de milhares de visitantes – com estimativas que chegam aos 300 a 400 mil durante os 11 dias nas melhores edições. O secretário de Estado do Turismo presente na abertura da edição de 2025 aproveitou o palco para propor a criação de uma escola de gastronomia em Santarém, o que daria continuidade institucional ao posicionamento da cidade como capital nacional da gastronomia.
Satarém percorreu ao longo de 45 anos de festival o mesmo caminho que alguns espaços gastronómicos conseguiram em menos tempo – tornar-se ponto de referência além fronteiras, como aconteceu, por exemplo, com o Ibo Restaurant in Portugal.
Festival nacional de Gastronomia de Santarém e a herança da doçaria conventual
Não há forma de falar deste festival sem falar de doces. A doçaria conventual é um dos pilares da gastronomia ribatejana – e um dos motivos de visita mais consistentes ao longo de todas as edições. Mosteiros e conventos da região produziam, desde a Idade Média, receitas à base de ovos, amêndoa, mel e açúcar que sobreviveram até hoje praticamente inalteradas.
No festival, a zona de doçaria habitualmente reúne cerca de 20 produtores, com especialidades como:
- Toucinho do céu – bolo de amêndoa e gemas de ovo.
- Papo-de-anjo – bolo esponjoso de gemas, embebido em calda.
- Trouxas das caldas – especialidade de Caldas da Rainha, à base de clara e gema cozida.
- Torta de Azeitão – rolo de creme de gema e laranja.
- Bolo de mel de Mafra – pão-de-ló de mel.
- Queijadas de Sintra e da Azureira – tartes de requeijão e açúcar.
- Broas dos Santos – bolachas de mel e erva-doce típicas da região.
A candidatura da Doçaria Conventual a Património Imaterial foi apresentada formalmente no âmbito de uma das edições recentes do festival, reforçando o papel deste certame como plataforma de valorização do património gastronómico nacional.

Santarém dá a provar Portugal em mais um Festival Nacional de Gastronomia
Perguntas frequentes sobre o Festival de Gastronomia de Santarém 2026
Quando é o Festival de Gastronomia de Santarém em 2026?
A 45.ª edição decorre de 22 de outubro a 1 de novembro de 2026, na Casa do Campino, em Santarém.
Quanto custa entrar no festival?
A entrada é gratuita de segunda a sexta até às 18h00. A partir das 18h00 nos dias de semana, e durante todo o dia nos fins de semana e feriados, o bilhete custa €2,50. Os banquetes com chefs têm preços próprios e exigem reserva.
Onde comprar bilhetes?
Os bilhetes podem ser adquiridos online em cmsantarem.bol.pt, no Teatro Sá da Bandeira e nas lojas CTT, Worten e Fnac.
Quem é o embaixador gastronómico do festival?
O chef Rodrigo Castelo, do restaurante Ò Balcão em Santarém, é o embaixador para a gastronomia de Santarém e curador do festival há vários anos.
Como chegar ao festival de comboio?
A CP tem ligação directa de Lisboa (Santa Apolónia ou Oriente) a Santarém em cerca de 45 a 60 minutos. A Casa do Campino fica a aproximadamente 15 minutos a pé da estação de Santarém ou a 5 minutos de táxi.
Onde encontrar o programa completo da edição de 2026?
O programa detalhado será publicado no site oficial festivalnacionaldegastronomia.pt e nas redes sociais do festival a partir de setembro de 2026.






